Título: A Bela e o Ferreiro #3.5
Série: Spindle Cove
Autora: Tessa Dare
Páginas: 144
Editora: Gutenberg
Estrelas: 5/5 <3
Diana Highwood estava destinada a ter um casamento perfeito, digno de flores, seda, ouro e, no mínimo, com um duque ou um marquês. Isso era o que sua mãe, a Sra. Highwood, declarava, planejando toda a vida da filha com base na certeza de que ela conquistaria o coração de um nobre. Entretanto, o amor encontra Diana no local mais inesperado. Não nos bailes de debute em Londres, ou em carruagens, castelos e vales verdejantes O homem por quem ela se apaixona é forte como ferro, belo como ouro e quente como brasa. E está em uma ferraria. Envolvida em uma paixão proibida, a doce e frágil Diana está disposta a abandonar todas as suas chances de um casamento aristocrático para viver esse grande amor com Aaron Dawes e, finalmente, ter uma vida livre! Livre para fazer suas próprias escolhas e parar de viver sob a sombra dos desejos de sua mãe. Há, enfim, uma fagulha de esperança para uma vida plena e feliz. Mas serão um pobre ferreiro e sua forja o felizes para sempre de uma mulher que poderia ter qualquer coisa? Será que ambos estarão dispostos a arriscar tudo pelo amor e o desejo?
Em um spin off da série intitulada do mesmo nome, iremos nos deparar com Diana Highwood, uma jovem de 23 anos querendo tomar suas próprias decisões. Após suas crises de asmas terem a deixado por um tempo, ela se sente saudável como nunca, e por isso acha que está apta para tomar suas decisões e ir contra a opinião de sua mãe. E a primeira coisa que ela quer independente, é tentar ir atrás da paixão que sente pelo Aaron Dawes, o ferreiro da cidade. Só que essa decisão, vai completamente oposta do que a mãe sempre quis na vida dela: se casar com alguém da aristocracia.
A Bela e o Ferreiro é um livro bem curtinho de romance de época — em torno de 140 páginas — onde podemos matar a saudade da cidade e de aprofundarmos mais na irmã do meio da Minerva — protagonista do 2° livro. Com uma escrita fluida, vamos voltar a ver uma personagem que até então não possuía destaque em nada. Sempre fazendo a vontade da mãe, Diana era ofuscada pelas suas irmãs no quesito personalidade.
Foi uma surpresa boa e divertida vê-la rebelando-se contra isso e fazendo suas vontades. O ápice disso é uma cena na taberna onde ela é acusada de roubo e situações bem atrapalhadas acontece. Não contarei mais porque vocês precisam ler, contudo garanto altas gargalhadas.
Também gostei demais da personalidade da caçula da família, Charlotte, que em todo momento ajudava a sua irmã até onde podia. Tem uma cena que ela faz com o ferreiro que você fica emocionada pelo carinho que uma sente pela outra.