30/05/2017

[ RESENHA ] Por Um Toque de Ouro

Título: Por Um Toque de Ouro (Trindade Leprechaun #1)
Autora: Carolina Munhóz
Páginas: 272
Editora: Rocco
Estrelas: 3/5
Livro: Cortesia da Rocco
  Depois do bem-sucedido O Reino das vozes que não se calam – criado em parceria com a atriz Sophia Abrahão e desde o lançamento na lista dos mais vendidos de ficção nacional da Nielsen – a escritora Carolina Munhóz apresenta Por um toque de ouro, que abre a Trindade Leprechaun, sua primeira trilogia, inspirada nas lendas irlandesas. Ambientado na Dublin contemporânea e protagonizado por uma jovem ligada ao mundo fashion que descobre ser herdeira de uma rara linhagem de seres mágicos considerados guardiões de potes de ouro, Por um toque de ouro é um romance de fantasia urbano e contemporâneo.

 


Cassinos e vestidos justos eram esperados neste evento diferente, contudo, que ocorria em uma propriedade particular. A primeira edição de uma festa exclusiva da nova geração da alta sociedade irlandesa para comemorar o feriado mais famoso do país. Pessoas mais importantes da ilha estavam no casarão na região de Dublin 4, porém os mais ambiciosos se encontravam na sala de jogos, e apenas uma mulher preferiu arriscar uma grande quantia de dinheiro em vez de se jogar na pista de dança regada de champanhe verde.

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Flautas irlandesas remixadas eram tocadas no salão em homenagem ao evento de St. Patrick’s Day, enquanto o dinheiro estava sendo apostado na banca de pôquer. Todos a olhavam assustados a espera do seu primeiro movimento, com um decote que quase chegava ao umbigo, uma ruiva bela e influente distraia a todos os rapazes de Rolex e Armani que tentavam a todo custo desviar o olhar para se concentrarem no jogo. Era mais difícil vencê-la do que levá-la para cama.

Seu nome era Emily O’Connell.  Descendente de uma das famílias mais tradicionais e herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture. O brasão dourado da famosa inscrição O’C era encontrado nas principais capitais fashion do mundo. Entretanto, Emily não era conhecida apenas pela fortuna da família. Com sorte e glamour no sangue dos O’Connell, ela havia se tornado um ícone da cultura pop irlandesa. Venerada por milhões de garotas e cortejada pelos rapazes mais bem sucedidos e famosos da Europa. Com longos e lisos cabelos ruivos acobreados rentes a sua cintura, um olhar felino esverdeado e uma personalidade forte, Emily sempre saía nas capas de jornais sensacionalistas e revistas de fofocas. 

" Um Leprechaun sem um pote de ouro é como uma rosa sem perfume, um pássaro sem uma asa ou um dentro sem um fora."


Era uma aposta muito alta, com quatro pessoas sentadas a mesa, uma conduzindo o jogo e mais sete rapazes assistindo de pé a partida, incluindo Darren, melhor amigo de Emily, que bufava impaciente enquanto cobiçava através da parede de vidro um loiro musculoso e de camisa social. Emily sorria maliciosamente para cada um dos adversários a sua volta, rapazes igualmente ricos e ansiosos pela sua próxima jogada, ela estava tranquila. Como se a sorte estivesse a seu favor, e realmente estava. 

Owen, seu antigo conhecido da Trinity College, queria ser o último a mostrar suas cartas e ganhar para finalmente receber um beijo da única mulher que não correspondia as suas investidas. Todos sorriam após terem colocado suas cartas na mesa, menos Emily que hesitava em mostrá-las com pena dos outros participantes que eram apenas mimados, menos de Owen, pois queria jogar sua vitória na cara do rapaz presunçoso que ela sabia que ele era. E como sempre ela vence em grande estilo, e enquanto Emily pensava na quantidade de vestidos de coleções exclusivas que iria comprar, todos começam a dispersar. Darren solta um palavrão alto, e depois de se deliciar com a cara de poucos amigos de Owen, era hora de trocar de jogo.
 
Com a notícia de sua vitória, os rapazes começam a rodiá-la. Ela estava no topo do mundo, era abençoada, e tinha tudo que sempre quis e muito mais. Enquanto bebia e dançava na pista de dança com Darren de forma provocante, seu olhar pára em um rapaz magro com cabelo revolto e barba por fazer. O típico look despojado que a enlouquecia. Como seria sua vida se não tivesse sorte? Bom, ela estava prestes a descobrir.

Lembranças das horas passadas estavam começando a surgir na mente de Emily, a vitória no jogo, bebendo e dançando com Darren e subindo no palco com o DJ.  Ela só não entendia como fora parar em um local claustrofóbico e escuro, sentada no que parecia ser uma pia e sendo quase esmagada contra o espelho por um rapaz que beijava seu pescoço, com a mão descontrolada perto das suas partes íntimas e a pressionava de forma agressiva contra o espelho. Com dificuldade para respirar e uma dor aguda no pulso esquerdo preso entre os dedos das mãos do rapaz, enquanto a outra lutava contra a sua calcinha. Um medo começa a aumentar dentro dela, estava sendo violentada.

Quando finalmente ele arrancou sua calcinha, com toda a força que ainda tinha, Emily gritou em plenos pulmões para que ele parasse e na mesma hora o rapaz foi jogado de maneira súbita para a outra extremidade do cubículo. Era como um baque forte, um estrondo parecido com um canhão. Ela não sabia se estava mais assustada por ter estado bêbada demais a ponto de se envolver em uma situação perigosa ou pelo seu quase estuprador ter praticamente voado apenas pela força da sua voz. 

Percebendo que estava em um banheiro qualquer, Emily tenta ajeitar o seu vestido e além de perceber que o rapaz não se mexia e apenas a encarava com um olhar amedrontado e a boca escancarada , ele também era o mesmo rapaz sedutor e convidativo da pista de dança. E o pior, ele a encarava como se quisesse fugir dela e não parecia nem um pouco bêbado. Depois de encontrar Darren e perceber que estava quase amanhecendo, ela decide voltar para casa. 

"No entanto, desde que dominara o pôquer, as coisas nunca mais foram as mesmas, pois o casal O'Connell passou a olhar a filha de forma diferente. Só que ela estava fazendo dinheiro, não estava?, pensava. Não era a forma mais saudável para isso, mas possuía uma espécie de dom. Então aproveitava  a liberdade dada pelos dois antes que essa benevolência acabasse. A ruiva aguardava o dia em que seus "verdadeiros pais" tocariam a campainha e expulsariam os dois hippies que moravam com ela. Claire e Padrigan O'Connell vinham falando bobagens tão sem cabimento que nem pareciam os donos de uma marca refinada. Tinham conversas estranhas e discutiam lendas irlandesas antigas. A filha desconfiava das fontes daquela "criatividade", mas não ousava perguntar de onde vinha tanta inspiração. Sempre achou melhor ficar na dela.

Com muita ressaca e querendo apenas dormir, Emily recebe notícias de Darren sobre a noite anterior, coisas que ela sabia, porém algo sobre o evento a havia deixado alarmada. Pois o rapaz que ela jogou contra a parede era um diplomata de Belfast e estava espalhando para as pessoas que ela conhecia, que ele tinha provas em seu celular e que iria mostrar para todo mundo o que ela fez. Porém, como ninguém havia comentado nada de estranho nas redes sociais e por ser muito famosa, um boato como esse iria se espalhar rápido. Então, mesmo um pouco assustada com o ocorrido, Emily decide apenas tentar esquecer, bebendo em pubs e se divertindo com rapazes belos como sempre fazia.

Porém, depois desse acontecimento com o rapaz. Sua sorte havia mudado um pouco, todos sabiam que mesmo sendo bela, Emily era uma jovem mimada e arrogante, principalmente quando sempre conseguia tudo o que queria sem o menor esforço. Isso também deveria acontecer no Curso de Dramaturgia na Trinity College. Ela adorava atuar e mesmo que seus pais não aprovassem, pois queriam que um dia ela assumisse a empresa O’C. Era o lugar onde ela se sentia bem, porém mesmo com paixão e talento, não era o bastante. Ela precisava se esforçar, como por exemplo: ir às aulas. E é isso que o seu professor lhe diz e decide que ela não iria participar das aulas, e que ela deveria trancar a matrícula.

Mas isso ainda não era o pior. Sem nenhuma vontade de se produzir e ficar ainda mais bela e estilosa, como faria para todas as festas, Emily vai a um casamento muito famoso de uma amiga com seus pais e Darren. E lá descobre que sua outra melhor amiga, Aoife, estava noiva. Começando a se sentir vazia por um momento, ela percebe que além de nunca ter tido um relacionamento sério, tudo estava começando a machucá-la. Algo havia acontecido naquela festa e de alguma forma despertou algo que ela não sabia explicar. E ao entrar no salão de festa, ela ainda tromba com um rapaz lindo, porém algo inusitado acontece. Ele a trata muito mal e grosseiramente, surpresa pelo ataque de fúria do rapaz ela fica estática. Irritado, ele bufa e vai em direção aos noivos.

"Emily analisou cada detalhe do rosto dele. O cabelo escuro na altura do queixo jogada para o lado e encaixado estrategicamente atrás da orelha. A sobrancelha fina e desenhada. Os olhos acinzentados e o queixo quadrado como o do super-homem. O engraçado era que ele não parecia interessado em avaliá-la. Seu olhar estava distante. Ele simplesmente bufou, disse alguma gíria que ela  não conhecia e adentrou o salão. Emily ficou sem ação. O que acontecia com ela? Aquele não parecia ser um dia como os outros. Tinha medo de dias assim."

Ao sentar-se na mesa com seus pais, Emily descobre que seu pai havia lidado com a situação da faculdade. Mesmo sendo um homem muito rico, Padrigan O’Connell era um homem simples e muito amoroso com sua filha. Emily nunca soube como seus pais ficaram tão ricos e famosos, pois eram tão desligados com o mundo dos negócios. Parecia uma coisa do destino, mas ela estava prestes a descobrir que talvez ele fosse lhe pregar uma peça ou será que finalmente iria lhe dar uma chance no amor? Pois, enquanto ela ia em direção ao bar do salão de festa, o rapaz misterioso surge ao seu lado e começa a falar coisas estranhas sobre a noite da festa de St. Patrick’s Day, sobre Brady, o rapaz que ela havia amedrontado. Mas como ele poderia saber disso? E por que ele a estava alfinetando com esse assunto?

Seu nome era Aaron Locky, e além de ser tão arrogante e convencido quanto ela, ele também era sarcástico e fazia com que Emily sentisse algo que ela nunca havia sentido por homem nenhum. Uma atração quase magnética, e o mais interessante. Era como se ele visse algo nela, por debaixo da arrogância e fama de princesa. Que ela era especial! Conversas estranhas sobre lendas antigas que seus pais falavam quando ela era criança começam a perturbar sua mente, há um grande mistério por detrás da riqueza de sua família e da sua sorte, será que estaria interligado as lendas, ou melhor, será que Emily irá acreditar nelas?

O livro contém romance, mistério, cenas divertidas e personagens que você ama e outros que você se irrita um pouco haha. E foi o que aconteceu com a Emily, que ela é uma personagem muito mimada, arrogante e muito direta demais haha, podemos perceber isso desde as primeiras páginas. E isso me irritou um pouco. Porém, conforme fui lendo sua personalidade vai mudando e ela se torna uma mulher mais forte e madura, trazendo um ponto positivo à estória.

Já o Darren, eu o amei logo de cara. Ele é uma daquelas pessoas que você quer muito ter como amigo, não apenas para se divertir, mas também porque ele é um amigo muito leal e protetor.  A estória também menciona fatos históricos sobre a Irlanda, o que também é o segundo ponto positivo e me deu muita vontade que conhecer um dia. Porém também tem alguns pontos negativos, em relação ao enredo em si. Na minha opinião, achei um pouco previsível e a parte da fantasia poderia ter sido melhor trabalhada. Não poderei contar mais senão estaria dando um grande spoiler. Apesar disso, a estória não deixa de ser envolvente e bem rápida de ser lida, sem deixar de mencionar o final que me deixou bastante curiosa para ler o segundo volume dessa trilogia haha. A narrativa é descrita em terceira pessoa, a escrita é fácil, e os personagens mencionam cantores e atores internacionais tornando a estória mais interessante e divertida, algumas páginas contêm o símbolo da família O’Connell, tornando a obra mais bela, assim como a capa.


26 comentários:

  1. Oie! Tudo bem?

    Diferente da maioria das pessoas, eu não consigo sentir vontade de ler nenhum livro da Carol, acredito que devem ser histórias muito boas, mas não me convencem e muito menos despertam meu interesse em realizar a leitura deles, por isso passo a dica!

    Bjss

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    1. Oi, Nay! Esse foi o primeiro livro que eu li da Carol, que pena que a historia não despertou o seu interesse. Bjss!

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  2. Oi, Jennifer.
    Gostei bastante da sua resenha, mas não me animo a ler nada dessa autora. Sou daquelas que pega birra do livro quando não gosto de quem o escreveu, sabe?! Então prefiro deixar passar porque sei que não seria uma leitura gostosa!!
    Beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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    1. Oi, Camila! Obrigada, confesso que às vezes eu sou assim também haha. Obrigada pela sua honestidade, bjss!

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  3. Olá
    Uma pena você não ter se dado bem com todos os personagens, isso as vezes pesa muito na hora de dar a sua nota, pois não tem coisa mais chata que personagem mimizento. Esse livro está nos meus desejados a algum tempo, e pretendo lê-lo e tirar minhas conclusões. Até mais vê
    Bjs

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    1. Oi, Manoel! É exatamente assim, espero que você tenha uma experiência melhor do que a minha. Bjss!

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  4. Olá! Ainda não conhecia a autora e adorei o que você contou da trama. Um início com cenas bem fortes e depois um romance, com toques de drama, mistério e a´te uma ponta de humor. Eu adoro esse tipo de história e com certeza quero ler. Que pena que você não se deu tão bem com a personagem principal e, claro, aturar uma moça tão mimada deve ser difícil. Mas quero ler para tirar a prova.
    Beijos!
    Karla Samira
    http://pacoteliterario.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Karla! Fico feliz que tenha gostado da resenha! Simm, tem um pouco de tudo. Pois é, lê sim, espero que você tenha uma experiência melhor do que a minha haha. Bjss!

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  5. Pesquisei aqui e ainda não li nada da Carol. Gostei da proposta do livro. Foi bom avisar que a protagonista pode causar impressão inicial não muito boa, mas que a gente acompanha a jornada de amadurecimento dela. E a sua impressão do Darren me deixou empolgada. Muito obrigada pela dica! Abraços!

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    1. Oi, Beta! Que bom que gostou da história. O Darren é maravilhoso, melhor amigo eveer haha! De nada, espero que goste da leitura. Bjss!

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  6. Oie!
    EU ainda não li da autora, e não sei o que pensar do livro. Já li alguns comentários sobre a narrativa da autora, e é dividido entre aqueles que adoraram e aqueles que não gostaram tanto.
    Quem sabe eu acabe gostando do livro.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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    1. Oi, Carla! Pois é, é bem dividido haha, mas lê sim. De repente a sua experiência de leitura seja positiva! Bjss!

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  7. Olá,

    Nunca senti vontade em conhecer os livros da Carolina, os que só ela escreve. Já vi esse livro inúmeras vezes por aí, mas nunca senti vontade de lê-lo, e continuo não sentindo. Sua resenha apontou vários pontos positivos, porém a obra não despertou meu interesse.

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    1. Oi, Thay! Essa foi a minha primeira experiência com a escrita da autora, não foi tão maravilhosa, mas foi boa haha! Quem sabe um dia você não dê uma chance, mas obrigada pela honestidade. Bjss!

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  8. Eu não conhecia o livro e pelo que li na resenha eu não me interessei por ele. Achei a capa estranha e a premissa ainda mais. Eu achei legal saber a sua opinião sobre ele mas não pretendo ler.

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    1. Oi, Beatriz! Poxa que pena que você não tenha se interessado pela história, obrigada! Bjss!

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  9. Oi, Jennifer
    Ainda não conhecia a obra, mas gostei da capa e o enredo parece bom. O único e talvez grande problema é quando encontro protagonistas mimadas. Tento fugir delas. Mas se você diz que tem todo um amadurecimento por trás, acho que vale a pena.

    Livros, vamos devorá-los

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    1. Oi, Leticia! Comigo também acontece a mesma coisa haha. Lê simm, bjss!

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  10. Oi Jennifer,
    Mais uma aqui que tem birra com os livros dessa autora. Eles podem ser incríveis, muita gente gostar, assim como você, porém não me chamam a atenção, pois infelizmente não simpatizo com a Carol.
    Quero muito dá uma oportunidade a ele, mas agora não é o momento.

    Bjs,
    Garotas de Papel

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    1. Oi, Thiana! Esse é o primeiro livro que eu vejo muita gente dizendo que não tem vontade de ler haha, mas sem problemas. Sempre temos que ler livros que tivermos vontade, obrigada pela honestidade. Bjss!

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  11. Oi!
    Sempre vejo muita divulgação dos livros da Carolina Munhoz mas nunca senti vontade de ler nenhum dos seus títulos, por mais lindas que sejam as capas e por mais elogiosas que sejam as resenhas. Acho que simplesmente não sou atraída pelas tramas. Quem sabe mais pra frente eu tente?
    Beijos!

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    1. Oi, Larissa! Poxa que pena que você não se interessou pelos livros da autora. Obrigada pela honestidade, bjss!

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  12. Tenho muita curiosidade pra conhecer o trabalho da Carol e a sua resenha ficou tão completinha que acho que vou começar por este aqui.
    Beijos

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    1. Oi, Ivi! Obrigada, fico feliz que tenha gostado! Bjss!

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  13. Ola lindona essa capa é linda demais, gostei da sinopse do livro, o que pode me irritar um pouco é a protagonista mimada, mas acredita que a mesma possa crescer no decorrer do livro. Dica anotada e pretendo conhecer a escrita da autora, beijos

    Joyce
    Livros Encantos

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    1. Oi, Joyce! É sim, que bom que gostou. Lê simm, espero que goste da história. Bjss!

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