Autor: Ana Beatriz Brandão
Páginas: 291
Editora: Verus Editora
Estrelas: 4/5
Sinopse: Melissa é uma garota linda, rica e mimada, que sempre consegue o que quer e tem todos na palma da mão. Ela acredita que a carreira de bailarina é a única coisa que realmente importa, porém suas certezas são abaladas quando faz uma aposta com um garoto misterioso, que parece ter como objetivo virar sua vida de cabeça para baixo. De repente, Melissa se vê dividida entre dois caminhos: realizar seu maior sonho, pelo qual batalhou a vida inteira, ou viver um grande amor. Mas, não importa aonde ela vá, todas as direções apontam para o garoto do cachecol vermelho... Com esta história intensa e apaixonante, Ana Beatriz Brandão vai emocionar e surpreender o leitor, provando que é uma jovem autora que tem muito a dizer.
Olá Leitores,
SOCORRO! Minhas escolhas literárias foram invadidas por protagonistas difíceis de aguentar.
Mas, CALMA, não me abandone que explicarei direitinho para vocês.
A última resenha publicada com minha assinatura foi "Bom dia, Verônica", um suspense nacional com uma mensagem intensa e fascinante. Muito bem, estou de volta com mais um talento da literatura brasileira e a garota de dezessete anos (ou seriam 16?) tem diversos livros lançados..
O Garoto do Cachecol Vermelho é um drama new adult que vai além do romance e dos mistérios do mocinho que você respeita. Fala sobre família, amizade, perda e violência. A protagonista é um assunto à parte: Melissa é arrogante, pretensiosa, preconceituosa, mimada, egoísta e não possui nenhum senso de empatia. Tudo o que ela almeja é ser a melhor bailarina, estudar na Juilliard e ter todo o restante de melhor só pra ela. A relação com a mãe é difícil, não tem apreço pela amiga e está em um namoro sem futuro.
Sério!
É difícil a leitura? Não.
Porém, acostumada que sou com as moças bem educadas, tímidas ou divertidas que encontro nas estantes da vida; ler o ponto de vista de Melissa foi um desafio que fico contente de ter concluído.
"Pouco tempo depois, o auditório se encheu de pacientes. Eu não sabia qual eram suas doenças ou quem eles eram e não me importava. Desde que não se sentassem ao meu lado, tudo bem".







