10/11/2015

[ RESENHA ] O Defensor – A Origem de Kcarc

Titulo: O Defensor – A Origem de Kcarc
Autor: Rafael Carneiro
Editora: Chiado Editora
Páginas: 253
Estrelas: 5/5
O livro relata a aventura de Augusto Shermam, sobrevivente de um acidente de avião, na mata da Chapada Diamantina, Bahia, salvo por um velho índio, que lhe revela diamantes e seus poderes. Com o que ganha com os diamantes, sai da Bahia e começa uma nova vida em São Paulo, fazendo fortuna. Um dia, durante a sua nova vida de empresário, quando usava seus poderes apenas para ganhar dinheiro, o velho índio ressurge e revela que, com esses poderes, ele tem a missão de defender o mundo dos Márteres, uma organização perigosa. Augusto alia-se aos Defensores, uma organização que difunde o Bem, e passa a ser alvo de muitas investidas dos Márteres, que tentam eliminá-lo e provocar novas guerras com os Defensores. A história é repleta de ação, batalhas e de investidas contra terroristas, passando por muitos fatos históricos recentes de atentados terroristas, e um romance inesperado.

Olá, caros leitores!

Foi difícil formar uma opinião sobre este livro, pois a história de Augusto me ofereceu duas visões, ao ponto que eu não soube decidir qual delas havia sido a intenção do autor, já que ambas eram muito contraditórias. A primeira visão que tive do livro não foi muito positiva, pois a história, ao meu ver, apresentava características que me desagradaram muito.


Entre os incômodos que senti durante a minha primeira interpretação do livro, quero destacar a presença de erros ortográficos, de concordância e de pontuação ao longo do livro (que acredito que foram um pequeno descuido, por isso ainda assim não me incomodei muito). Outro elemento que me incomodou também foi o fato do personagem às vezes falar sozinho, como quando está sozinho na mata, antes de encontrar o índio que o ajuda.  Este fator me pareceu bem fora da realidade, e acredito que as ideias do personagem poderiam ter sido colocadas em pensamento ao invés de palavras, já que esses discursos solitários não eram importantes. Em certo momento, o protagonista também sente uma atração por uma personagem feminina (que não direi quem é, mas não se trata de seu par romântico durante a maior parte da história), que me pareceu acontecer de forma totalmente sem explicação.


Porém, apesar disso tudo, meu maior desagrado ao longo da história foi a forma como a questão religiosa foi abordada. Em certo momento da narrativa, Augusto, que havia criado uma igreja própria, convoca um pastor para comandar os fiéis. No entanto, este pastor é um homem que, de início, era apenas um vizinho de Augusto, que morava em um bairro de pessoas ricas. E mesmo que o protagonista considere estranho o fato do pastor ser tão rico para morar em um bairro de luxo, ainda assim o chama para ser pastor de sua igreja! Depois é revelada uma boa justificativa para que o pastor tenha dinheiro, mas mesmo assim, o protagonista não é capaz de desconfiar dele por conta própria, e isso é absurdo!

“ – Ele era meu vizinho de apartamento. Achava até estranho um pastor em uma casa de luxo no Morumbi. Mas como?” (pag. 92)

Outra coisa que me incomodou na ideia da igreja foi que o protagonista, por ter poderes sobrenaturais, é capaz de ler os pensamentos das pessoas e plantar ideias em suas cabeças. Com isso, ele é capaz de juntar um objetivo próprio dele (que apesar de tudo, é uma ideia nobre) com a palavra difundida pelos pastores da própria igreja. Ou seja, cada culto não apresenta às pessoas apenas as palavras da Bíblia, mas também os objetivos particulares do protagonista, o que pode ser visto como uma forma de manipulação dos fiéis, mesmo que a ideia de Augusto seja difundir o bem. Controlar fiéis para que eles combatam o crack, por mais que haja um objetivo nobre, apresenta um lado sombrio visto que é uma forma de usar uma pessoa, por meio da Bíblia, para que ela realize determinada atividade de interesse restrito.


No entanto, apesar de toda essa visão negativa que tive do livro no início, depois parei para pensar sobre ele novamente e passei a enxergar as coisas de outra forma, totalmente contrária à maneira como eu havia pensado antes. Isso porque eu comecei a enxergar o protagonista de uma forma irônica e passei a acreditar que talvez tenha sido essa a ideia do autor ao escrever sobre Augusto. Além disso, passei a enxergar outras qualidades no livro, que são boas o bastante para que me fizesse mudar de ideia e atribuísse a ele cinco estrelas na avaliação. Deixa eu explicar melhor! haha

Ironia
Na segunda interpretação que fiz do livro, passei a considerar a hipótese de que talvez o autor tenha escrito a história de forma irônica, justamente para mostrar que pessoas que criam um exército religioso, promovem uma doutrinação religiosa por meio dos meios que dispõem (mídia, políticos, policiais e etc) são vistas como heróis na sociedade atual, como é o caso dos Defensores. Essa nova interpretação me fez acreditar na genialidade do autor e no quanto ele merece cinco estrelas!
“Aos poucos, o Kcarc estava se infiltrando em muitos setores da sociedade e lugares pelo mundo afora, com muitos membros. A receita de unir religião, o poder da fé, e formar um exército criado para proteger os cidadãos de bem estava dando certo. A lenda do sobrenatural, do guerreiro mascarado que plana no ar se espalhou e todos queriam conhecê-lo e participar de seus planos.” (pag. 101)
Índio
O índio se tornou meu personagem favorito da história. Mesmo ele passando por mudanças ao longo da narrativa e mesmo eu preferindo muito mais vê-lo como um índio que habitava a mata. Apesar de sua mudança, ele continua sendo um personagem incrível. Ele é sábio, inteligente e conhece tudo o que Augusto precisa saber. É um personagem admirável.
“Era um homem aparentemente velho, com cabelos lisos e grisalhos, com aparência indígena, vestido com couro de algum animal, e um chapéu de palha de coqueiro.” (pag. 22)
Heroísmo
Os poderes de Augusto são muito legais e o fato dele usar alguns acessórios próprios fazem com que ele tenha uma imagem que o aproxima muito da imagem que temos de super heróis. Ele é rico e tem poderes! Seria praticamente uma mistura entre Superman e Batman! haha Por isso, eu sustento a ideia de que a questão religiosa na história era dispensável, principalmente quando se tem um protagonista que já poderia assumir o papel de herói muito bem sem isso.


Regionalismo
Uma coisa que eu gostei bastante foi do regionalismo presente na narrativa. O autor, que é baiano, foi capaz de enxergar as riquezas do lugar onde vivia para acrescentá-las na história. Isso é algo muito legal, principalmente porque muitos autores brasileiros se recusam a escrever histórias que se passam no Brasil e deixam de se aproveitar da vantagem que é a utilização de um cenário que já se conhece.

Ação
Por último, quero destacar no livro que a narrativa é bem rápida e dinâmica, os fatos acontecem de forma ágil e isso anima muito a continuar lendo. Do meio para o fim do livro, a história ganha um ritmo de ação frenético, as lutas são incríveis e toda a questão estratégica envolvida nelas também. Apesar de eu achar que o vilão poderia ter tido uma aparição maior na história e ter sido mais aprofundado (porque amei o personagem), a escolha desse tipo de personagem para um vilão foi muito original e surpreendente.


Então, apesar da visão negativa que tive inicialmente do livro, os pontos positivos que encontrei nele acabaram superando os incômodos que tive ao longo da leitura, principalmente porque acho que o objetivo do autor foi realmente a ironia ao escrever a história. Recomendo muito o livro a todos e, se alguém aí se interessou pela história, comenta aqui para eu saber! :D 

33 comentários:

  1. Olá, Jéssica.
    Quando vi esse livro pela primeira vez eu até que tinha me interessado. Mas agora lendo sua resenha, não vou querer ler. Eu sou evangélica e não gosto de ler livros que falem sobre religião, porque geralmente o autor deixa implícito na história o seu ponto de vista religioso. Só gostei da parte sobre ele enaltecer a nacionalidade, porque são muitos poucos autores que escrevem livros que se passem no Brasil.

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    1. Oi, Sil!
      Concordo com você sobre essa ideia de que tratar de religião em um livro é um assunto muito delicado, principalmente quando a história não se passa em um mundo imaginário, mas sim na nossa sociedade atual. Mas sabe, ele não chega a mencionar nenhuma religião existente realmente, pois a religião que o personagem faz parte é uma religião própria, que ele mesmo criou. Então se quiser ler, não precisa se preocupar, pois o livro não chega a ofender nenhuma religião. Sobre a parte de enaltecer a nacionalidade, também fiquei muito feliz. ^-^

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  2. Oi, Jéssica.
    Eu não conhecia o livro, e a principio lendo apenas a sinopse, tudo pareceu a ser uma boa leitura. Entretanto, ao chegar a sua explanação na resenha toda vontade de ler esvaiu-se. A começar pela falta de atenção da revisão, okay, todos erramos é natural. Mas é tão brochante quando encontramos em um livro que tem tudo para ser muito bom.
    Outro assunto que é complicado abordar e que pode ser clichê, mas que, no entanto é religião. Acredito ser um assunto tão delicado para abordagem, no mínimo quem deseja assumir essa responsabilidade, tem que ter uma excelente base para não cometer nenhum comentário impróprio. No geral, o que havia me conquistado pela capa, decepcionou-me com as considerações.
    bjs Ju
    Visite: Nossa Estante Nacional

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    1. Oi, Juliana!
      Olha, eu diria que a sinopse é bem fiel ao que acontece no livro, porém ela só retrata o comecinho da história, muita coisa acontece além daquilo. Sobre a revisão e a questão religiosa, você conseguiu captar exatamente a minha opinião. Mesmo assim, há coisas que valem a pena nele. ^-^

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  3. Nossa... que confuso esse livro, mesmo lendo sua resenha, achei tudo muito louco e sem sentido, não seria uma leitura que faria. Não conhecia nada sobre o autor, mas não sei se leria sua obra no momento, não curto muito terminar um livro e ter de ficar medindo oq foi bom e ruim pra poder formar uma opinião.

    Raíssa Nantes

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    1. Oi, Raíssa!
      Na verdade, eu não diria que ela é uma história sem sentido, mas há muitos detalhes nela e talvez alguns façam com que se torne um pouquinho confusa mesmo.

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  4. Essa capa me lembrou a capa de Feita de Fumaça e Osso que tenho aqui! Achei muito esclarecedora sua resenha e bem sincera. Não fiquei com vontade de ler o livro não rsrs Também achei meio maluco e confuso esse personagem. Pareceu que o autor quis colocar coisas demais e se perdeu. Beijos
    -Mari

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    1. Oi, Mari!
      Que bom que gostou da resenha e que pena que o livro não te agradou. Eu nunca li "Feita de Fumaça e Osso", mas já vi a capa e realmente se parece um pouco. Beijos. ^-^

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  5. Olá
    Acho que ouvi falar do livro já mas não chamou minha atenção pois não é um gênero que goste tanto mas que bom que gostou da leitura e dos personagens, bela dica

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Catharina!
      Sim, há personagens bem legais na história. Que pena que não gosta deste gênero. hahaha Beijos. ^-^

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  6. Oiee ^^
    Acho que são raras as vezes em que, mesmo o livro tendo pontos negativos, os positivos conseguem se sobressair. Já tinha lido uma resenha desse livro antes, mas, mesmo depois de ver duas pessoas satisfeitas com a história, ainda não tenho curiosidade de conhecer. Não é um gênero que eu goste muito, e o tema também não ajuda muito *-*
    MilkMilks
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

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    1. Oi, Dryh!
      Tem razão sobre isso dos pontos negativos e positivos! Geralmente é muito fácil generalizar um livro apenas em pontos negativos ou apenas em pontos positivos, mas é importante conseguir somar esses pontos e ver quais deles realmente definem um livro como bom ou ruim. Que pena que não sentiu curiosidade ainda pelo livro, espero que algum dia tente. Beijos. ^-^

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  7. Oi!
    Adorei essa capa,achei a máscara linda. Infelizmente a trama não me atraiu nem um pouco, na verdade achei um pouco confusa,com elementos demais,talvez. A questão da religião, pela sua resenha,me pareceu uma crítica à realidade religiosa que vemos hoje, mas ao mesmo tempo me pareceu mau explorada. Bom,não sei se é realmente assim,mas,por agora, não pretendo ler para descobrir,rs.

    Por Livros Incríveis
    www.porlivrosincriveis.blogspot.com.br

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    1. Oi, Larissa!
      Também fiquei muito encantada com a capa quando a vi pela primeira vez, realmente é linda. E concordo com você sobre o fato da questão religiosa ter sido tratada como uma crítica. Que pena que não se sentiu atraída pela história. Beijos! ^-^

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  8. Oi Jéssica
    Antes de tudo, amei a capa!
    Gostei da sinopse e a da sua resenha. Muito legal essa questão de religião e críticas.
    É realmente difícil resenhar um livro assim, mas você se saiu bem.
    Beijinhos
    Rizia - Livroterapias

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    1. Oi, Rízia!
      A capa é realmente maravilhosa, eu amei também. Fico feliz que tenha gostado da resenha e espero que tenha conseguido despertar um pouco o seu interesse. Beijos. ^-^

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  9. Oi Jéssica!
    Olha, pela sinopse já percebi que não leria esse livro, pois não faz muito o meu estilo. Quando li sua resenha então! Apesar dos pontos positivos que você apontou sobre o livro, ainda não me interessei em lê-lo. Agora você fez uma ótima resenha, pois você conseguiu ver algo de bom na narrativa. Parabéns!
    Beijinhos
    https://lendoecozinhando.wordpress.com/

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    1. Oi, Malu!
      Que pena que este livro não faz seu estilo, mas que bom que gostou da resenha. Beijos! ^-^

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  10. Oie Jessica
    Bem, ainda não tinha ouvido falar desse livro.
    A sinopse pareceu-me até interessante, mas ao ler sua opinião, acabei não me animando muito, apesar de você ter destacado alguns pontos positivos. Acredito, então, que seria uma leitura pouco provável de eu ler.
    Bjo
    Citação num click
    Visite: Nossa Estante Nacional

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    1. Oi, Thaís!
      Bom, esta foi apenas minha opinião, mas nada impede de que você leia e as coisas que eu destaquei como pontos negativos você consiga deixar de lado. Até mesmo porque os pontos positivos são bem mais marcantes. Beijos. ^-^

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  11. Mesmo tendo uma narrativa rapida e dinamica confesso que os fatores negativos que você falou me deixou bem desanima com a história e com os personagens. Sinceramente, não sei como você conseguiu encontrar esses aspestos positivos no meio de todos esses elementos ruins. Sinceramente, é um livro que dificilmente vou ler um dia. Infelizmente... Ahhhh, parabéns pela resenha, super curti!

    bju
    https://ventoliterario.blogspot.com.br

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    1. Oi, Nathalia!
      Tive que fazer uma listinha e de um lado e colocava os elementos negativos enquanto do outro colocava os positivos. hahaha No fim, os elementos positivos pareceram mais importantes para mim, então acabei gostando do livro. Obrigada e fico feliz que tenha gostado da resenha. Beijos. ^-^

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  12. Olá tudo bem, achei sua resenha mesmo tempo esclarecedora e bem sincera sobre livros, você conseguiu abordar os pontos negativos e os positivos sem desmerecer a obra, pelo contrário soube aproveitar e apreciar partes positivas como regionalismo, a ironia da história,enfim acho que se tivesse oportunidade eu teria esse livro pra poder formar minha opinião. Parabéns pela resenha beijo e até mais.

    Giuliana

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    1. Oi, Giuliana!
      Que bom que gostou da resenha, fico satisfeita que eu tenha conseguido passar as ideias com clareza. E, nossa, você me deixa realmente muito feliz em querer ler o livro para tirar suas próprias conclusões! Adoraria saber sua opinião sobre ele se resolver ler. Beijos. ^-^

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  13. Oi Jess, eu simplesmente amo a capa desse livro. Já tinha lido uma resenha dele, mas a sua veio com mais detalhes que eu não sabia que existiam no livro. É interessante o seu modo em perceber que talvez o autor queira ser irônico, espero que seja isso mesmo, pois deixa o livro mais interessante. Não sei se leria, mas gostei da história.
    Bjim!
    Tammy

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    1. Oi, Tammy!
      Não sei se a ironia realmente foi a intenção do autor, mas também espero que sim e concordo que isso faria da história mais interessante. Que bom que gostou dela! Beijos. ^-^

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  14. Olá! Tudo bem?
    Começando pela capa, não me chamou muita atenção. Mas adorei o fato do livro se passar aqui na Bahia, na Chapada Diamantina. A sinopse não me chamou atenção, porém depois de medir os pontos positivos e negativos que foram trabalhos na sua resenha, eu penso que talvez eu possa dar uma chance para ele.
    Beijão e parabéns pela resenha!
    Delírios Literários da Snow

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Oi, Carolina!
      Que bom que ficou interessada. Acho que para alguém que conhece a Bahia a leitura deve ser ainda mais legal para perceber as referências ao lugar. Obrigada e beijos. ^-^

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  15. Olá!
    Adorei a sua resenha por mostrar exatamente o que nos espera. O fato de ter religião envolvida me deixa curiosa porque adoro essas coisas "polêmicas". O fato dele fazer uma irônia as coisas que realmente andam acontecendo na sociedade atual é muito legal.
    Mais um livro para a lista!
    Beijos, Tabatha
    http://aproveiteolivro.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Tabatha!
      Se você gosta de polêmica e também seguir essa linha de pensamento sobre a ironia, não vai se decepcionar! hahaha Gostaria muito de saber sua opinião quando ler. Beijos! ^-^

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  16. Olá.
    Tudo bom?
    A história tinha tudo pra ser boa, mas ter erros gramaticais e de concordância me desanimou em ler.
    Gostei de sua sinceridade na resenha.
    Beijo

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    1. Oi, Michelle!
      É triste que tenha desanimado, mas que bom que gostou da resenha. Beijos. ^-^

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