Título: Mais lindo que lua
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 271
Estrelas: 3,5/5
Mais
Lindo Que a Lua, primeiro livro primeiro livro da série Irmãs Lyndon, é uma
história irresistível sobre sobre reencontro e desafios, romantismo e
perseverança.Foi
amor à primeira vista. Mas Victoria Lyndon era a filha do vigário, e Robert
Kemble, o elegante conde de Macclesfield. Foi o que bastou para os pais dos
dois serem contra a união. Assim, quando o plano de fuga dos jovens deu errado,
todos acreditaram que foi melhor assim.
Sete anos depois, quando Robert encontra Victoria por acaso, não consegue
acreditar no que acontece: a garota que um dia destruiu seus sonhos ainda o
deixa sem fôlego. E Victoria também logo vê que continua impossível resistir
aos encantos dele. Mas como ela poderia dar uma segunda chance ao homem que lhe
prometeu casamento e depois despedaçou suas esperanças?
Então, quando Robert lhe oferece um emprego um tanto incomum – ser sua amante
–, Victoria não aceita, incapaz de sacrificar a dignidade, mesmo por ele. Mas
Robert promete que Victoria será dele, não importa o que tenha que fazer.
Depois de tantas mágoas, será que esses dois corações maltratados algum dia
serão capazes de perdoar e permitir que o amor cure suas feridas?

O livro da resenha de hoje é da autora Julia Quinn. Ela é
uma das minhas autoras preferidas da vida. Tenho livros autografados, cheguei
cedo em fila para conhecer. A responsável por eu entrar no mundo dos livros de
romance de época, indico para todo mundo. Você pode estar se perguntando por
que eu estou falando isso. O livro é questão é Mais Lindo que a Lua e como
minha experiência com ele não foi tão boa, falei tudo isso para entender como
foi triste escrever essa resenha e o quão sincera ela é. Esse livro foi
lançando aqui esse ano, mas se minhas procuras não estiverem erradas foi o
primeiro livro publicado da Julia. Ele é de 1997.
“Nenhum raio cruzou o céu, mas o sexto sentido lhe disse
para virar e, ao fazer isso, viu Robert pela janela do quarto. Ele estava
sentado no peitoril da janela, de costas para ela. A postura parecia triste e
desolada.”
A história fala de Victoria e Robert. Os dois se conheceram quando tinham 17 e 24
anos, respectivamente, e foi paixão à primeira vista. Depois da primeira
conversa já estavam apaixonados e fazendo juras de amor eterno. Robert é um
conde, filho único e seu pai já dava sinais que queria o filho casado logo.
Victoria é filha do vigário da cidade e recém chegada. Órfã de mãe vivendo com
o pai e a irmã mais nova.
Após o primeiro encontro nosso personagem principal
começa a cortejar a amada, visitando todo dia. Mas o vigário, que é rígido, não
vê essas visitas com bons olhos, achando que o conde só quer se aproveitar da
filha. Após uma conversa os dois resolvem casar e Robert vai falar com o pai,
este não gosta da ideia de ver seu filho casado com uma simples filha do
vigário e é contra o casamento. Sem o apoio dos pais os dois resolvem fugir,
mas acasos do destino acontecem e os dois acabam se separando. Sete anos após a
separação os dois se encontram. Nesse encontro sentimentos que ambos achavam
estarem mortos, voltam à tona. Tudo seria lindo se não fosse por um simples
detalhe: os dois acham que foram abandonados, e com isso sentimentos como
raiva, mágoa e vingança rodam os dois. O reencontro ocorre na página 52 e a
partir daí vemos os dois lutando contra os sentimentos e Robert querendo se
vingar da ex-amada.
“Para sua surpresa, ele parou. E parecia bastante chocado com
a explosão de raiva dela. Victoria não ficou abalada. A garota que ele havia conhecido sete anos
antes não gritava daquele jeito. Nunca precisou.”
Agora vamos aos problemas do livro. Primeiro tem o amor
instantâneo, que consegui ignorar. Quando começa as tentativas de Robert,
estava achando engraçado e realmente me divertindo com os diálogos dos
personagens. Nessa segunda parte Victoria amadurece de uma forma e enfrenta
quem tiver que enfrentar e isso gerou algumas cenas engraçadas e gostosas de
ler. A medida que as páginas foram passando foi surgindo um lado de Robert que
foi o grande responsável pela minha visão negativa.