12/10/2016

[ Resenha ] A Noite dos Mortos Vivos

Título: A Noite dos Mortos Vivos
Autor: John Russo
Editora: DarkSide
Páginas: 320
Estrelas: 3/5

Se hoje os zumbis estão em alta é porque, em 1968, George Romero e John Russo se reuniram para escrever o roteiro de A noite dos mortos-vivos e mudar a história do cinema. O filme revolucionou o mito sobre as criaturas que voltavam do além: as superstições vodus das velhas produções B deram lugar à epidemia de fome canibal nas ruas norte-americanas. Criaturas similares já haviam aparecido antes nas telonas, mas foi em A noite dos mortos-vivos a primeira vez em que foram retratados como uma praga devoradora de carne humana. O próprio John Russo (que também atua no clássico de 1968 como um zumbi) adaptou a história do filme neste romance que a DarkSide traz para o Brasil. A Noite dos Mortos-Vivos inclui ainda uma surpresa para os leitores: o texto integral da sequência do clássico, que nunca chegou a ser filmada, chamada de A volta dos mortos-vivos (não vai confundir com a comédia trash de 1985, que também contou com Russo no time de roteiristas). Depois de 45 anos, finalmente é publicado no Brasil o romance do filme que marcou gerações.

Olá, leitores. Espero que estejam bem. Hoje vou resenhar um livro muito interessante. Vamos saber mais sobre ele, então?

O livro de que estou falando é A Noite dos Mortos Vivos, um romance escrito por John Russo e baseado no filme de George Romero.
Neste livro, nós somos apresentados à Bárbara e Johnny, dois irmãos que estão indo visitar o túmulo do pai. Enquanto estão no cemitério, eles acabam notando a estranha presença de uma criatura estranha e desesperada com roupas rasgadas e sujas. Eles tentam se defender, inclusive, Johnny tenta proteger a irmã, mas acaba sendo atacado pela criatura e, apesar do choque de ver seu irmão sendo atacado, Bárbara consegue fugir, indo parar em uma casa quase deserta, se não fosse pela presença de Ben. Não sabendo o que são aquelas criaturas, Ben informa Bárbara de que ataques como os que Johnny e Bárbara sofreram estão acontecendo por todos os lugares

10/10/2016

[ PARA REFLETIR ] (Crônica) Amo batom, assumi de vez



Não sei se fui sempre assim retraída quanto às pessoas com quem não convivo ou as experiências me fizeram escrever mais e falar de menos.

Quem me vê na rua de casa sabe que eu gosto mesmo é de usar pijama e chinelos de gestante, cabelo preso e cara limpa. E que eu converso com qualquer pessoa, desde que, no caso, ela puxe um assunto.

Que tipo de ousadia esperar de alguém assim? 

O grito de liberdade do verdadeiro eu, para o bem ou para o mal, vem de uma parte de nós, não necessariamente do fundo da garganta, mas de um porém: “Fulana se acha gostosa, suas pernas são muito finas, porém ela gosta de mostrá-las mesmo assim” ou “Aquela ali conversa com todos na rua, a educação é impecável, porém ela é uma ordinária com os pais e se acha superior quanto a isso” ou “A garota continua engordando, porém é um amor de pessoa e se veste muito melhor que umas e outras com o corpo bonito”. O que está antes do porém, é apenas a opinião dos outros.
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